Poucos números, bem definidos.
Preferimos um indicador que ninguém contesta a quinze dashboards que ninguém usa. A clareza metodológica é parte do entregável, não um detalhe.
A QuantoBravo foi fundada em 2018 por uma sócia vinda do varejo e um sócio vindo das fintechs. Nasceu da observação de que grandes empresas brasileiras tinham sistemas, mas raramente tinham respostas confiáveis. Hoje somos vinte e três pessoas atendendo clientes em todo o país.
Em 2018, Helena saiu da liderança de BI de um grande varejista e procurou Rodrigo, que naquele momento construía a área de dados de uma fintech. A conversa durou três horas. No fim, os dois concordavam que o mercado brasileiro não precisava de mais ferramentas — precisava de gente capaz de fazer as ferramentas funcionarem sob pressão real.
O primeiro cliente veio por indicação. Quatro meses depois, três projetos paralelos. No final de 2019, a equipe já tinha sete pessoas e um escritório próprio em Pinheiros. Atravessamos a pandemia sem demissões, mantendo o ritmo de entregas e investindo em formação interna.
Em 2024 mudamos para a Avenida Paulista, ampliando a equipe e abrindo a vertical de governança regulatória. Continuamos privadamente capitalizados e sem investidores externos — uma escolha que sustenta a relação direta entre quem assina o contrato e quem assina as entregas.
Preferimos um indicador que ninguém contesta a quinze dashboards que ninguém usa. A clareza metodológica é parte do entregável, não um detalhe.
Cada métrica acompanha sua fórmula, fonte, responsável e histórico de mudanças. O time interno do cliente consegue operar a plataforma sem nossa presença.
Modelos preditivos vêm com baseline, validação cruzada e limitações descritas. Não entregamos recomendações que nós próprios não conseguiríamos defender em uma auditoria.
Apresentações de comitê cabem em uma única tela. Relatórios trimestrais cabem em quatro páginas. O esforço editorial é nosso — o tempo livre é da diretoria.
Tratamos cada engagement como uma publicação editorial: rigor metodológico, revisão dupla, e a convicção de que cada número entregue é nossa assinatura pública.
Há também doze analistas e engenheiros senior na operação. Apresentamos os perfis envolvidos em cada engagement durante o diagnóstico inicial.
Mestra em estatística pela USP. Quinze anos em BI no varejo. Conduz engagements estratégicos e a relação com diretorias.
Arquiteto certificado em Snowflake e GCP. Conduziu plataformas em fintechs com dez milhões de transações diárias. Lidera a prática técnica.
PhD em pesquisa operacional pelo IME-USP. Responsável por modelos preditivos e revisão metodológica de todas as entregas analíticas.
Especialista em LGPD pela FGV. Conduz adequações regulatórias para setores de saúde, financeiro e seguros. Cinco anos como DPO em multinacional.
Marcamos uma conversa de quarenta minutos com a sócia ou o sócio responsável pela sua vertical. Sem material comercial — apenas o método e exemplos relevantes.
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